O plano anual de actividades do ano lectivo 2010/11 está disponivel, para download, aqui.
Simultaneamente, poderão consultar as actividades previstas, no calendário do blogue.
Na próxima sexta-feira, dia 24 de Setembro, pelas 21h00, terá lugar a reunião geral de pais e encarregados de educação dos alunos da Escola EB1 da Gandra.
Se à hora marcada não estiver reunido um número mínimo de participantes, o início terá lugar 30 minutos depois.
Porque acreditamos que enquanto pais e/ou encarregados de educação nos devemos comprometer com a formação das nossas crianças, todos devemos estar presentes nesta reunião.
APEG, Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB1 da Gandra.
As actividades de enriquecimento curricular têm início no próximo dia 20 de Setembro, de acordo com os horários que já são do conhecimento de todos os encarregados de educação.
Bom ano para toda a comunidade escolar da EB1 da Gandra.
Há muitos anos atrás, num palácio, vivia uma Bruxa Malvada que tinha prisioneira a Bela Adormecida.
Numa tarde, a Jasmyn e o Génio estavam a passear perto do palácio quando foram surpreendidos pela Bruxa Malvada que os aprisionou aos dois.
- Nunca nos vencerás sua Bruxa Malvada! – disse o Génio.
Quando a Bruxa se foi embora o Génio, com os seus poderes mágicos, abriu a porta da cela, a Bruxa apercebeu-se e tentou apanhá-lo, mas o Génio conseguiu escapar.
Quando chegou a casa do Aladino contou:
-A Jasmyn e a Bela Adormecida estão aprisionadas no palácio da Bruxa!
- Vamos já para lá! – disse o Aladino
Quando chegaram ao palácio o macaco, amigo do Aladino, escondeu-se atrás da porta do palácio.
-Atreve-te Bruxa!- desafiou o Aladino.
E num instante, a Bruxa apareceu, prendeu o Aladino e o Génio. E foi dormir a sua sesta.
O macaco apercebeu-se e roubou as chaves da Bruxa.
Subiu as escadas e abriu a cela do Aladino e a do Génio, mas não tinha as chaves para as celas das princesas
- Oh Génio concede-me o desejo de libertar as princesas! – pediu o Aladino
A Bruxa apercebeu-se e enfeitiçou a Jasmyn e ameaçou :
- Tens até ao final da tarde para a libertares do feitiço!
Ao final da tarde, na última badalada das 19 h, deu-lhe um beijo que a libertou do feitiço.
- Conseguimos! – gritaram todos em coro.
E fugiram dali para sempre.
Trabalho realizado por:
Pedro Lopes
Francisca Neves
Mariana Pereira
Tiago Reis
Renato Ferreira
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SALVANDO VIDAS
Num dia de Sol, na casa dos sete cabritinhos a mãe cabra foi às compras. O lobo viu que os cabritinhos estavam sozinhos e decidiu entrar dentro de casa. Quando entrou não viu ninguém. Um cabritinho escondeu-se debaixo da cama, outro no relógio, outro no armário…
Entretanto o Capuchinho Vermelho ia a passar por lá e viu que a casa tinha a porta aberta e achou estranho. Ela entrou lá, viu que o lobo estava à procura dos cabritinhos e escondeu-se. O lobo fingiu que se tinha ido embora, os cabritinhos saíram dos seus esconderijos e, viram o lobo.
Tentaram fugir de casa, mas o lobo apanhou-os e comeu-os num ápice. A Capuchinho que estava escondida conseguiu apanhar o lobo em flagrante.
Ele estava tão pesado que não conseguiu fugir dali.
Neste momento, a mãe cabra chegou a casa e perguntou à Capuchinho pelos filhos.
Ela disse que o lobo os tinha comido.
A mãe cabra ficou muito aflita, mas a Capuchinho teve a ideia de cortar a barriga do lobo e tirar os filhos. A mãe cabra colocou pedras dentro da barriga e coseu-a com uma agulha.
Quando o lobo acordou estava cheio de sede, foi ao rio beber água e caiu por causa do peso da barriga. Os cabritinhos acharam piada àquela cena e começaram a rir.
Trabalho realizado por:
Nélia Ribeiro
Inês Freitas
Catarina Rocha
Mara Pinto
Ana Soares
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UMA CORRIDA PELA FLORESTA
Num dia muito quente, a lebre e a tartaruga resolveram fazer uma corrida na floresta, até à casa da avó do Capuchinho Vermelho.
Tinham um mapa que indicava o caminho para a casa da avó e marcaram a corrida para o dia seguinte.
Ao fim da tarde, o Capuchinho viu-os a treinar muito e perguntou:
-Por que motivo estão a treinar tanto?
-Porque amanhã vai haver uma corrida. – responderam em coro.
Nessa mesma noite o lobo apareceu em casa da lebre, pegou num lápis e desenhou as setas ao contrário. No dia da corrida, a lebre e a tartaruga pegaram nos mapas para identificarem o caminho.
Quando estavam a meio da corrida acharam estranho ainda não terem chegado a casa da avó do Capuchinho.
O público também achou estranho eles ainda não terem chegado.
O Capuchinho foi à procura deles e encontrou-os muito longe e perguntou:
-O que vos aconteceu?
-Não sei, nós seguimos o mapa!
-Posso ver os mapas? – perguntou o Capuchinho.
-Podes! – responderam em coro.
-As setas estão ao contrário!
- Estão? – perguntaram eles muito admirados.
-Quem é que lhe mexeu?
-Não sabemos !– responderam
- Tomem lá o mapa verdadeiro – disse o Capuchinho.
- Obrigado – disseram.
O Capuchinho correu para a beira do público e avisou que estava tudo bem.
Os dois amigos recomeçaram a corrida e chegaram à meta passados 10 minutos.
Chegaram os dois ao mesmo tempo.
O público aplaudiu e ganharam os dois o 1ºprémio. Foi um dia super divertido!
Trabalho realizado por:
Mariana Caldas
Adriana Santos
Rosa Ana
Maria Inês Silva
Marta Teixeira
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À TERCEIRA TENTATIVA
Num certo dia, os três porquinhos foram contratados pela avó do Capuchinho Vermelho para fazer uma casa.
Na primeira tentativa, fizeram uma casa de ramos de árvores, mas o Lobo Mau destruiu a casa com uma motosserra.
Então a avó sugeriu que fizessem uma casa de cortiça, mas o lobo destruiu a casa com um machado.
Tiveram a ideia de construir uma casa de ferro e conseguiram faze-la sem o lobo os atrapalhar.
O lobo ainda tentou desmontá-la com uma patada, mas partiu uma das patas.
Os porquinhos foram avisar a avó que a casa já estava pronta.
Entretanto, a avó convidou o Capuchinho Vermelho e os três porquinhos para irem lanchar à sua casa nova.
A avó estava muito orgulhosa da nova casa e a sua neta exclamou.
- Esta casa está fantástica!
A avó muito feliz deu aos três porquinhos um saco de gomas.
A Bandeira Nacional foi implementada, após a instauração do regime republicano, através de um decreto da Assembleia Constituinte de 19 de Junho de 1911, substituindo a Bandeira da Monarquia Constitucional que vigorava até então.
Como é a Bandeira de Portugal?
A Bandeira Nacional de Portugal é dividida verticalmente com duas cores fundamentais: verde escuro do lado esquerdo e vermelho do lado direito. Ao centro, sobre a união das duas cores, tem o Escudo das Armas Nacionais, e a Esfera Armilar Manuelina, em amarelo e com contornos a negro.
O que significam as cores da Bandeira Nacional?
O vermelho, é a cor da força, do calor, da virilidade, da coragem e da alegria e faz lembrar o sangue derramado pelos portugueses nas batalhas em que participaram.
O verde é a cor da esperança e foi escolhida para consagrar a Revolta de 31 de Janeiro de 1891, onde esta cor deu a vitória aos portugueses.
O branco, ao cento da bandeira, é a cor de singeleza, de harmonia e de paz, e que assinala o ciclo épico das nossas descobertas marítimas".
O que significam os símbolos da Bandeira Nacional?
A esfera armilar manuelina, que já fora adoptada como emblema pessoal de D. Manuel I, representa a epopeia marítima dos descobrimentos portugueses.
O escudo branco com as quinas representa a bravura, tenacidade, diplomacia e audácia com que foi efectuada a defesa na nacionalidade portuguesa.
As cinco Quinas, a azul que estão no escudo, representam as primeiras batalhas na conquista do País (os cinco reis mouros vencidos na Batalha de Ourique por D. Afonso Henriques). Em cada uma das quinas estão cinco pontos brancos que representam as chagas de Cristo que ajudou D. Afonso Henriques a vencer esta batalha.
Os sete castelos amarelos que estão na faixa carmesim que rodeia o escudo representam os castelos tornados aos mouros por D. Afonso III.
O HINOnacional
O hino que conhecemos hoje foi oficializado em 1911, depois da Implantação da República (em 5 de Outubro de 1910).
A música foi escrita por Alfredo Keil e a letra por Henrique Lopes de Mendonça, ainda antes da revolução.
A PORTUGUESA
Heróis do mar, nobre Povo.
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Refrão: Às armas, às armas
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas
Pela Pátria lutar,
Contra os canhões marchar, marchar!
A música original tinha mais duas partes que foram retiradas em 1957. Achava-se que ficava muito comprido e difícil de decorar.
Quando se canta o Hino:
Em cerimónias nacionais civis e militares onde se faz uma homenagem à nossa Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República.
Também quando se trata de saudar oficialmente, em território nacional, um chefe de Estado estrangeiro, depois de ouvido o hino do seu país.
Os reis que moravam no reino eram Branco-Pardo e a sua mulher era Branca - Rosa. Eram infelizes porque não tinham filhos. Um dia um dos deuses prometeu que eles iriam ter uma filha muito bonita, só com uma condição: só a verem só quando ela tivesse vinte anos.
Um dia um vulcão entrou em actividade e destruiu o reino de Atlântida, ficando então as Sete Cidades que fica nos nossos dias na Ilha de S. Miguel. Nesse vale podemos encontrar duas lagoas, uma verde, onde caíram os sapatinhos verdes da princesa e uma azul onde caiu o chapéu azul que ela usava.
Ana Isabel (4º ano)
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A Lagoa das Sete Cidades
Num reino chamado Atlântida, situado no Oceano Atlântico, os seus reis chamavam-se Branco-Pardo e Branca-Rosa. Eles eram infelizes por não terem um único filho. Certo dia os deuses prometeram-lhes que iam ter uma filha que viveria em Sete Cidades, mas com uma condição: só a iam poder ver quando já tivesse 20 anos de idade.
Os reis não resistiram em ver a filha e foram a Sete Cidades. Mas as portas não se abriram. Não cumprindo a condição, um vulcão entrou em erupção e destruiu a cidade, formando-se duas lagoas. Hoje diz-se que na lagoa verde estão os sapatos da princesa e na lagoa azul está o chapéu da princesa.
João António (4.º ano)
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A Lagoa das Sete Cidades
Num reino que se chamava Atlântida, viviam lá uns reis, chamados Branco-Pardo e a sua mulher, Branca-Rosa. Poderiam ser felizes, mas nem sequer tinham um filho. Um dia os deuses disseram que iriam ter uma filha bonita e feliz, mas com uma condição, não a poderiam ver quando ela fizesse 20 anos de idade. Mas os reis não resistiram e foram até às Sete Cidades. Quando passaram a muralha ao abrir o portão, o vulcão entrou em erupção edestruiu todo o reino.
Neide (4º ano)
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Lenda da Lagoa das Sete Cidades
No Oceano Atlântico, num reino que se chamava Atlântida os reis, eram Branco-Pardo e Branca-Rosa. Podiam ser felizes com filhos.
Um dia, os deuses disseram que iam ter uma filha. Mas só com uma condição: só a podiam ver quando ela tivesse 20 anos.
Depois, os reis não resistiram e partiram para Sete Cidades onde, um vulcão entrou em erupção e as últimas coisas que viram da princesa foram os sapatinhos verdes e um chapéu azul.
Sonho com as “boxes”…trocar um pneu e viver a adrenalina aí presente. Podia conduzir um carro amarelo, de marca Porshe. Andaria a uma velocidade louca e faria ultrapassagens incríveis. Também faria “piões”…Viajaria pelo mundo inteiro, de circuito em circuito, conheceria gente de todas as raças e estabeleceria amizades diversas. Ganharia o grande prémio do Mónaco e seria recebido pela família real.
O nosso horário mudou. Deixou de ser às Quartas para passar a ser às Sextas-Feiras. A Terça-Feira manteve-se, como de costume.
Mal terminámos o conto “A Girafa que comia estrelas”, a Professora Mercedes deu início à leitura de um conto de Luísa Ducla Soares, “ Uns óculos para a Rita”.
Mal iniciámos o 2.º Período, começámos a ouvir o conto “A girafa que comia estrelas” do escritor José Eduardo Agualusa, com ilustrações de Henrique Cayate.
No fim de cada sessão de leitura, uma vez que ainda não sabemos escrever muito bem, desenhamos a história que ouvimos contar pela nossa Professora, Mercedes S. M. Santos Almeida.
Nós, alguns alunos de duas turmas do 1.º ano e de uma do 2.º ano , vimos dar a conhecer o Clube de Leitura “ Hora do Conto da Manhã” que funciona na Escolinha da Gandra todas as Terças e Quartas-Feiras, actualmente às Sextas-Feiras, no horário compreendido entre as 8:30H e as 9:45H.
Na “Hora do Conto da Manhã”, a Professora de Inglês da Escola Básica do 2.º Ciclo de Gondomar, Mercedes S. M. Santos Almeida, procede à leitura e dramatização de um conto inserido no PNL.
No Primeiro Período foi lido e dramatizado o conto de Luísa Ducla Soares “ Os Ovos Misteriosos”. No fim de cada sessão, registámos um desenho do excerto que tínhamos ouvido ler.
No final deste ano lectivo, vamos apresentar um livrinho “feito” por nós todos que representa a nossa leitura, desta vez só com imagens, uma vez que ainda não sabemos escrever muito bem.
E, de vez em quando, aparecem alguns pequenos textos.